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Capítulo 47: Quando a Melodia Termina, os Convidados se Separam

The Endless Night·Capítulo 47 de 51·~13 min de leitura

Atualizado: 2026-08-10 17:42

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Sob a noite, as matas da montanha estavam escuras. Naquele dia, grandes extensões permaneciam por completo quietas; à parte das criaturas herbívoras, dificilmente alguém topava com besta feroz alguma.

Qin Ming correu sem pausa. Ao passar por um trecho de floresta densa, parou em seco, tirou a armadura e deixou de lado o martelo negro-dourado de cabo longo, e desenterrou da neve um jogo completo de resplandecente armadura de ouro refinado. Era o legado do morto — ainda procurado pelas autoridades — Wang Nianzhu. Qin Ming trocou de roupa ali mesmo, preocupado porque o lugar aonde ia pudesse abrigar filhotes de urso ou bezerros; se fossem espertos o bastante para lembrar seu rosto, seria pavoroso.

Todos sabiam que Wang Nianzhu havia matado a serpente de sangue e acabado com o patrulheiro de montanha Fu Entao, Feng Yi'an e os demais. Assim, para um homem se insinuar nos covis dos aberrantes em pleno caos era por completo natural.

Depois de pendurar na cintura a longa espada de Wang Nianzhu — uma que reluzia clara como uma fonte —, Qin Ming achou um pano e cobriu o rosto. Não havia remédio; ainda não era forte o bastante, e só podia ser cauteloso.

Então, num único fôlego, correu oito li, chegando a um trecho de floresta de pedra cercada de arborizado. Aqui os rochedos estavam por toda parte, em alguns lugares empilhados quase até formar montanhas de rocha.

"Que fétido!" Qin Ming mal conseguia aguentar. O grande urso branco tinha seu lar aqui e não era nada limpo; mal se aproximara quando o fedor das fezes de urso encheu suas narinas.

No fundo da floresta de pedra havia uma fonte de fogo, envolta em névoa carmesim, suas águas cintilando. Em escala, rivalizava com a fonte de fogo de Vila do Olmo Prateado — uma de segunda classe.

O grande urso branco, por mais mutações e temível força que tivesse, ainda carecia do posto para entrar no fundo das montanhas e reivindicar uma fonte de fogo mais esplêndida. Mas para os montanheses, isto já era um tesouro.

E a que fora reduzido tamanho lugar por aquele grande urso! Peles de animais por toda parte, ossos, montes de carniça e enormes montículos de fezes de urso, despejados uma e outra vez bem junto à fonte de fogo.

Era evidente que sua hibernação estava longe de ser completa; ainda saía para caçar nas montanhas com frequência.

"Deve ser um urso velho macho, guloso e solitário. Para um território tão amplo que só ele o ocupe — que desperdício deste tesouro." Qin Ming vagou por ali, mas o lugar fedia horrivelmente e quase nada continha.

Estava por completo exasperado. Vir todo esse caminho, a grande risco, e acabar não encontrando senão o fedor das fezes de urso!

De verdade queria atear fogo e queimar o lugar até deixá-lo limpo. Mesmo que houvesse alguma cria do urso velho macho, poderia desabafar a fúria; no pior caso, cortaria um par de patas de urso e levaria para casa.

Não podia nem dizer que o lugar era pobre e limpo, pois a verdade é que estava sujo além do suportável; o fedor quase o fazia vomitar.

Era a primeira vez que Qin Ming se via frustrado e sem saída, tão sufocado que queria vingança, apenas para ao fim desistir, tapando o nariz, incapaz de aguentar mais um momento ali.

Só quando se virou para ir embora viu de súbito, dentro da fonte de fogo, um lampejo de escamas. Seu ânimo se elevou no instante.

"Este cão-urso velho sabe criar peixes?"

Qin Ming correu até a borda da fonte de fogo e, numa lagoa de sete ou oito zhang de largura, distinguiu as sombras dos peixes.

No entanto, logo ficou ali perplexo e atônito. Eram todos apenas alevinos.

"Urso velho repugnante, por completo sem-vergonha. Estes peixes provavelmente nunca iam crescer grandes de qualquer jeito — ele os tirava e os comia cedo!"

Ao fim, descontou nos alevinos. O mais curto que um dedo deixou estar; tudo o que se aproximava do comprimento de uma palma recolheu. Os dois maiores mediam sete cun, e ao todo pegou vinte e tantos peixes de todos os tamanhos.

Eram uma espécie de peixe-espírito, azul brilhante, com partes translúcidas, que maduro ultrapassava um metro de comprimento. Uma vez maduros, transbordavam de densa espiritualidade e vitalidade.

Uma pena que, com aquele urso velho macho tão impaciente por perto, jamais pudessem crescer até esse tamanho.

"Por pequenos que sejam, ainda carregam um pouco de espiritualidade. Contam como um bom tônico."

Toda vez que Qin Ming entrava nas montanhas, levava sempre um bornal de pele de besta. Sua vida dura criara nele esse hábito simples, e agora vinha a calhar.

Era também uma das coisas que fizera Huang Jingjun curvar o canto da boca em zombaria secreta.

Qin Ming não olhou para trás. Correu a toda pressa rumo à Serra do Boi Selvagem, a sete li de distância. Estava golpeando numa janela de tempo e precisava se mover depressa.

Sob a noite, as cordilheiras se estendiam sem fim, cobertas de floresta densa.

No instante em que Qin Ming irrompeu no território do touro dourado, ficou atônito.

No fundo da floresta havia uma fonte de fogo de segunda classe. O líquido flamante e luminoso não se acumulava numa lagoa, mas era canalizado para um emaranhado de campos de fogo. A fonte não era quente, bem abaixo da temperatura corporal de um homem, mas o bastante para conter o frio amargo do vento e da neve; e nesses campos de fogo tudo crescia espesso e verde, num estouro de púrpura e vermelho.

"Ora, aqui há um boi amarelo velho que não para!" elogiou Qin Ming.

As montanhas jaziam brancas de neve, e flocos ainda caíam do céu, e no entanto este trecho de terra mostrava uma cena de vida tão exuberante, capaz de prender todo olhar.

Uma trepadeira verde estava carregada de peras de fogo, vinte ou trinta delas já ruborizadas de vermelho vivo, exalando uma fragrância tentadora de fruta.

"Estas podem nutrir o qi e o sangue." Qin Ming as colheu com presteza.

Então achou um trecho baixo de plantas, de pouco mais de um pé de altura, cada uma carregada de bagas roxas, doces e azedas ao gosto.

"Tantas bagas de sol roxas. Come algumas quando estiver cansado e a pessoa recupera energia na hora. Tudo o que este boi velho plantou é bom!" A estima de Qin Ming pelo touro dourado disparou.

Esses campos de fogo descuidados não haviam sido tratados com nenhum esmero, mas não podiam resistir à pura espiritualidade de uma fonte de fogo de segunda classe: cada planta crescia bela.

A pena era que o boi amarelo velho tinha uma grande propriedade, pois à frente de uma manada de bois selvagens habitava estas colinas. Não sobrara substância espiritual alguma capaz de conceder uma nova vida; tudo, com toda probabilidade, fora devorado por seus filhos e netos da manada.

Qin Ming estava decepcionado. Ao se arriscar no covil de uma criatura mutada muitas vezes, naturalmente abrigara a esperança de ganhar algo, de lograr uma Terceira Nova Vida.

"O cão-urso velho e o boi amarelo são causas perdidas. Parece que o velho Liu é minha melhor aposta — irei às montanhas com ele noutra ocasião."

Os campos de fogo abrigavam muitos frutos e melões, todos com um quê de espiritualidade. Para a gente comum contavam como bom tônico, e parte deles já havia amadurecido. Neste mundo gelado, nevado, dar com semelhantes frutos suculentos dissipou por um momento a decepção de Qin Ming, e a luz voltou lentamente aos seus olhos.

Fosse fruto carmesim ou melão dourado, tudo o que estava maduro ele colheu e levou, até encher por completo os dois bornais de pele de besta.

"Ficou algum bezerro em casa?" Qin Ming olhou para o fundo da Serra do Boi Selvagem.

"Ê?" De súbito suas pupilas se contraíram. Não viu bezerro algum — mas sim um potrinho de burro.

Ele se parecia muito com a montaria daquele velho furão, mas dificilmente podia ser, pois isto era apenas um burrinho. E também estava roubando melões!

No campo de fogo distante, com um leve plop, o melão na boca do potrinho caiu ao chão. Ele também sobressaltou, assustado pela besta de duas pernas blindada que aparecera de repente.

"Potrinho, faça o que fizer, não zurre!" Qin Ming se virou e fugiu.

Este burrinho não representava ameaça alguma, mas tinha poderosas costas. Se se pusesse a zurrar aqui, quem sabia que monstro seria atraído?

Qin Ming calculou que devia ser a cria da montaria daquele velho furão; se não, como ousaria um potrinho vir aqui roubar melões?

Qin Ming se afastou como o vento e desapareceu num piscar de olhos.

No campo de fogo descuidado, o potrinho estava igualmente perplexo. Um momento antes estivera a ponto de dar um coice e sair correndo, e no entanto aquela besta de duas pernas fugira antes dele.

O remorso o picou, e assim não ousou zurrar. Como um vadio que vagueia pelas ruas, andou por aqui, comendo e bebendo até se fartar. Por fim soltou um arroto, balançou o rabo e saiu correndo numa nuvem de poeira.

Só muito depois emergiu um grande boi branco do fundo da Serra do Boi Selvagem — uma criatura mutada três vezes. O boi amarelo velho tinha uma grande propriedade, então é claro que mantinha um boi em casa para guardar o lugar.

O grande boi branco notara o potrinho no instante em que apareceu. Não o tocara; ao contrário, escondera-se, pois conhecia a origem do burrinho e não desejava perturbá-lo.

"Não é preciso que o pequeno perceba nada. Que o senhor burro venha a saber que há muito o mantemos bem alimentado e cuidado." O grande boi branco disse isto em língua bovina. Mesmo aqui nas montanhas, por natureza boi, a pessoa devia atender aos modos do mundo.

"Eu... mô, veio toda uma manada de burros?!" Quando o grande boi branco se aproximou do campo de fogo, ficou por completo atônito!

Qin Ming se afastara seis li num único fôlego até que, ao não sentir nada atrás de si, soltou um longo suspiro de alívio. Então prosseguiu seu caminho, com a intenção de voltar a vestir a própria armadura e o martelo de cabo longo.

De caminho, recolheu aquele pedaço de ferro de jade gordo que escondera nas montanhas. Agora todos os peritos perigosos haviam ido para o Grande Fendimento, e o mundo exterior jazia vazio.

"Qinzinho, enfim estás salvo em casa! Se te tivesse acontecido alguma coisa, nós nos culparíamos por toda a vida!" Xu Yueping, Yang Yongqing e os outros estavam esperando junto à porta da vila o tempo todo.

"Não me aconteceu nada. Algo aterrador, mas inofensivo — e no fim ainda peguei alguns produtos da montanha pelo caminho." Qin Ming deu um breve relato do Grande Fendimento.

Xu Yueping ficou abalado. A caça inversa, organizada e em grande escala, dos aberrantes o deixou aturdido, incapaz de falar.

Yang Yongqing também sentiu arrepios e medo. Deixando de lado gente como eles — até as elites nobres de Cidade do Brilho Carmesim estavam condenadas a ser esfoladas vivas ali.

Quando souberam que todos os montanheses tinham saído em segurança, voltaram a se calar, presos entre a diversão e a impotência. Só puderam suspirar que a vida é volúvel: os que pareciam mais propensos a sofrer dano tinham todos saído intactos.

"Tiozinho, que bom que voltaste são e salvo! Todos estávamos morrendo de preocupação!" Wen Rui esfregava as mãozinhas, névoa branca no nariz e na boca. De pé na neve junto à porta de casa, alegrou-se muito ao ver Qin Ming voltar, e pulou de contentamento.

Durante toda aquela longa meia jornada, saíra correndo uma dúzia de vezes ou mais. Cada vez que via o portão do pátio da casa de Qin Ming ainda trancado, ficava desanimado, temendo que algo tivesse acontecido ao seu tiozinho.

Pois soubera de Lu Ze e Liang Wanqing que os cavaleiros dourados da Colina Dourada haviam levado seu tiozinho para fazer algo muito perigoso.

Embora Lu Ze tivesse sido ferido gravemente, sua constituição era excelente; já podia sair de casa, e saiu caminhando apoiado em Liang Wanqing.

Após um quarto de hora, Qin Ming trouxe um grande embrulho de frutos carmesins e dourados ao seu pequeno pátio.

De ordinário, ao se arriscar nas montanhas, a pessoa podia encontrar ocasionalmente frutos silvestres sobrando do outono sob a neve, mas nunca nada tão fresco.

"Nossa, desta vez não é caqui de montanha — são minhas bagas vermelhas favoritas. Tiozinho, você é incrível!" O rostinho de Wen Rui se tingiu de vermelho vivo; gritou de alegria entre uma mordida e outra.

O pequeno Wen Hui, de dois anos, abraçou Qin Ming pelo pescoço, plantou-lhe um beijo com estalo e balbuciou sua alegria em palavras tortas.

Na gaiola de ferro, aquela esquilo mutado de pelagem vermelho-fogo pulava para cima e para baixo, quase chorando de fome, olhando com anseio e guinchando sem parar.

"Faça uma reverência para mim e eu te dou uma baga vermelha." Qin Ming riu.

E claro, aquela esquilo se pôs de pé na gaiola e juntou as patas para ele em repetidas reverências. Cada vez que se inclinava, guinchava uma vez, como se contasse.

"Você de verdade virou um espírito?" O coração de Qin Ming deu um salto.

...

Os homens que haviam entrado nas montanhas demoravam a voltar, o que naturalmente despertou a preocupação de todos. As grandes famílias tinham deixado pequenos grupos de homens em lugares como Cidade do Olmo Prateado, e lhes veio a suspeita de que algo dera errado.

Quando Qin Ming voltou, enviou Xu Yueping a levar a notícia a Cidade do Olmo Prateado. De fato, uma vez que os velhos caçadores de outras vilas saíram do torpor, também foram avisar.

Em breve, algumas grandes aves de rapina foram soltas no céu noturno, e os homens que cada família deixara começaram a enviar súplicas de ajuda a Cidade do Brilho Carmesim, contando do enorme perigo reinante.

Nessa mesma noite partiram peritos de Cidade do Brilho Carmesim. Salvar gente era como apagar um incêndio; isso não podia esperar — um instante de demora podia significar muitas mortes.

Os aberrantes das montanhas não tinham desejo de matar até o último, temendo a sangrenta vingança que viria de Cidade do Brilho Carmesim. No fundo da noite começaram a se retirar, e antes que os peritos de Cidade do Brilho Carmesim pudessem sequer chegar, a crise se resolvera sozinha.

Cada família sofrera perdas, grandes ou pequenas.

Cao Long, Mu Qing, Wei Zhirou e os outros estiveram no trecho interior do Grande Fendimento, e mesmo assim perderam homens.

Algumas famílias perderam vinte ou trinta por cento de sua gente, outras de quarenta a cinquenta, estando o clã Huang entre elas. Mas o pior de tudo foram a Colina Dourada e a Igreja dos Três Olhos, que, na entrada, haviam ficado a um fio da aniquilação total.

Ao fim, só uns poucos velhos dessas duas, cobertos de sangue e apoiando-se uns nos outros, conseguiram escapar.

Quando os grandes bandidos da Colina Dourada — aqueles dois líderes — ouviram os detalhes, ficaram tão furiosos que quase se lançaram em pessoa, amaldiçoando estes homens como inúteis, que não chegavam nem à altura de uma gangue de montanheses.

As figuras centrais da Igreja dos Três Olhos nesta região ficaram igualmente atônitas ao saber, quase vomitando sangue.

No dia seguinte, Qin Ming, o velho Liu e os outros foram se despedir dos viajantes, pois Cao Long, Mu Qing, Wei Zhirou e companhia partiam. Da aparição do nodo especial à disputa pelos produtos misteriosos, esta varredura das montanhas chegava ao fim — prestes a ocorrer, como diz o ditado, quando a melodia termina, os convidados se separam.

"Qin Ming, saia desta região o quanto antes. É remota demais. Você deveria ir a uma grande cidade, intercambiar e aprender lá. Aquela é uma terra de tesouros celestiais e gente dotada..."

"Sim, o mundo distante é deslumbrante e colorido, suas brilhantes cidades transbordando de agito. Lá você pode ver toda espécie de criaturas, até deuses que assumem forma humana e caminham entre os homens — muito além do que possas imaginar."

"Há quinhentos anos, a Montanha Negra e Branca era famosa no mundo inteiro, mas já não..."

Antes de partir, todos instaram Qin Ming a deixar logo este lugar.

Durante esse tempo, Qin Ming também avistou Nie Rui, Shen Jiayun e os outros, que se aproximaram para cumprimentá-lo com calor.

Por fim, essas pessoas se foram para longe.

...

Naquela noite, Qin Ming levou um embrulho de melões e frutas ao velho Liu.

"Peras de fogo, bagas de sol roxas, melões branco-prateados. Rapaz, em que covil de poderosa criatura mutada você se enfiou? Nenhuma criatura que não tenha mutado ao menos quatro vezes cuida de seus campos de fogo por conta própria. Você é um personagem!" As pálpebras do velho Liu tremeram de assombro.

"Deixa eu pensar — aquele urso velho não pode ser, preguiçoso e brutal, um nojo. Aquele Senhor da Montanha é enormemente forte, mas raramente come vegetais. Aquele boi amarelo velho é o mais trabalhador. Você não terá ido ao lugar dele, não é?!" O velho Liu estava bastante assombrado.

Qin Ming teve de admirá-lo. Este velho conhecia cada trecho das montanhas como a palma da mão, estava por completo familiarizado com eles.

Era precisamente por essa razão que Qin Ming viera a ele.

Qin Ming falou: "Velho mestre, aquele cão-urso e aquele boi amarelo me atormentaram muito — quase me mataram no Grande Fendimento. Quando iremos ao lugar que você mencionou procurar substância espiritual?"

O velho Liu lhe deu uma olhada. "Você saiu ileso de ser acuado por criaturas mutadas muitas vezes? Rapaz, você deve ter passado por uma fresta, saqueado os covis deles, e agora tenta sair ganhando com palavras doces."

Então caiu na conta de que a força de Qin Ming devia ter subido de repente; por que senão estaria tão ansioso por buscar substância espiritual, tão faminto por outra nova vida?

"Você atravessou sua Segunda Nova Vida?" perguntou em voz baixa.

"Mmm. Ultimamente ando com febre; deve estar quase completa. E você?" perguntou Qin Ming.

"Me dá mais dois dias; eu também devo estar perto." O velho Liu fechou a porta e acrescentou: "Atenção — nem você nem eu devemos deixar escapar nada sobre nossa Segunda Nova Vida por enquanto."

"Ótimo!" Qin Ming assentiu.

Os dois cruzaram um sorriso cúmplice.

...

Dois dias depois, Qin Ming e o velho Liu se juntaram, estudaram longamente, e se prepararam para entrar nas montanhas!

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